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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Revista Catolica O Lutador Sao Paulo Testa Onibus A Bateria 800×350

São Paulo testa ônibus a bateria

Silenciosos e rápidos, têm 300 quilômetros de autonomia e não dependem da fiação aérea, que limitava trólebus. Chineses querem montar três fábricas no Brasil e nacionalizar 85% dos componentes.

Marcos de Sousa

 São Paulo continua testando alguns ônibus elétricos movidos a bateria. Um deles foi fotografado em operação na linha Terminal Lapa-Praça Ramos. O veículo é silencioso, não emite fumaça e mantém a mesma velocidade dos ônibus diesel que circulavam pela avenida sob o elevado “Minhocão”.

Os veículos são produzidos pela chinesa BYD, que espera investir US$ 400 milhões até 2017 em três unidades fabris, a primeira delas em Campinas, SP, já em operação. Dotado de piso baixo, o ônibus tem autonomia superior a 250 km, podendo chegar a 300 km, graças à tecnologia de frenagem regenerativa, segundo fontes da empresa. A recarga da bateria é feita na garagem, por um período de quatro horas.

O cronograma da empresa prevê evolução do conteúdo nacional de seus produtos a partir deste ano até alcançar o índice de 80% a 85% em 2017, o que garantirá que os veículos da marca possam ser financiados pelo Finame.

A companhia trabalha agora no desenvolvimento de fornecedores locais e garante ter bons resultados. “Tem sido mais fácil do que imaginamos”, conta Adalberto Maluf, diretor de marketing e relações governamentais da BYD no Brasil. Ele reconhece que há alguns gargalos, entre eles a oferta de sistemas de tração, de cabos de média e alta voltagem, de células de bateria, além de controladores e inversores.

O executivo diz que o projeto da empresa para a fábrica brasileira de ônibus não foi abalado pela crise. “Há um grande potencial para ônibus elétricos nas grandes cidades. Fizemos um planejamento de dez anos que leva isso em conta”, defende, lembrando a legislação de São Paulo, SP, que determina o fim do uso de combustíveis fósseis no transporte coletivo da cidade, iniciativa que deve puxar ações semelhantes no resto do país.

Fonte: Mobilize Brasil, apud Outros Quinhentos

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