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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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F1p21 Juventude B P

Podemos ser santos com pequenos gestos

Em uma quarta-feira de céu azul [19/11/2014], dezenas de milhares de fiéis e turistas encheram a Praça São Pedro, no coração de Roma, para ver o Papa e ouvir as suas palavras na catequese. O tema – “a Igreja Universal, vocação à santidade” – foi abordado por Francisco a partir do ‘grande dom do Concílio Vaticano II: ter recuperado uma visão de Igreja baseada na comunhão, e ter interpretado o conceito de autoridade e hierarquia nesta perspectiva’.

“Isto nos ajudou a entender melhor que todos os cristãos, como batizados, têm igual dignidade diante do Senhor e a mesma vocação, a da santidade” – disse o Papa, que começou a sua reflexão questionando: “Em que consiste esta vocação e como podemos realizá-la? Não obtemos a santidade graças às nossas capacidades ou qualidades pessoais. Ser santo não é uma prerrogativa oferecida só para alguns escolhidos, nem significa ser dotado de uma capacidade especial. Não! Trata-se de um dom que o Senhor Jesus oferece gratuitamente a cada um de nós. É uma característica que distingue os cristãos”.

O Pontífice prosseguiu afirmando que o chamado à santidade não é uma “carga pesada”, mas um convite a viver com alegria e amor cada momento de nossa vida, transformando-o também em um dom para as pessoas que nos circundam. E que “cada passo rumo à santidade torna as pessoas melhores, livres de egoísmo e mais abertas aos irmãos e às suas necessidades”.

“Tudo isso nos faz entender que, para tornar-se santo, não é preciso ser bispo, padre ou religioso, mas todos e cada um dos batizados são chamados a viver no amor e a oferecer o seu testemunho cristão nas ocupações quotidianas”.

Assim disse Francisco, citando alguns exemplos: “Você é um consagrado? Para ser santo, viva com alegria a sua doação e o seu ministério; quem é casado, seja santo amando o seu cônjuge como Cristo amou a Igreja; quem é batizado e não casado, realize seu trabalho com honestidade e competência; ofereça seu tempo a serviço dos irmãos. Quem é pai ou avô pode ser santo ensinando com paixão filhos e netos a conhecerem e seguirem Jesus. É preciso tanta paciência para isso… Catequistas, educadores, voluntários: sejam santos tornando-se sinal visível do amor de Deus e de sua presença ao nosso lado. Todo estado de vida leva à santidade quando vivido em comunhão com o Senhor e a serviço dos irmãos. Na rua, em casa, no trabalho… sempre”.

O Papa concluiu que devemos fazer um exame de consciência sobre como estamos respondendo a este chamado de Deus: “Longe de tornar a existência pesada e triste, o chamado à santidade é um convite a viver na alegria cada momento de nossa vida”.

Na sequência, o Papa concedeu a benção apostólica e lembrou a todos que na sexta-feira, 21 de novembro, memória litúrgica de Maria Santíssima no Templo, seria celebrada a Jornada ‘pro Orantibus’ dedicada às comunidades religiosas de clausura.

“Será uma ocasião oportuna para agradecer ao Senhor pelo dom de tantos que, em mosteiros e eremitérios, se dedicam a Deus na oração e no silêncio operoso. Agradeçamos ao Senhor pelo testemunho de vida de clausura destas pessoas e não lhe façamos faltar o nosso amparo espiritual e material para realizar esta importante missão.”

Fonte: Radio Vaticana

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