0800 940 2377 - (31) 3490 3100 - (31) 3439 8000 assinaturas@olutador.org.br
A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

Leia Mais

Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

Leia Mais

Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

Leia Mais

Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

Leia Mais

Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

Leia Mais
Revista O Lutador 3865 Liturgia

Pastoral da Liturgia

frei josé ariovaldo da silva, ofm*

Talvez seja bom ter em mente dois tipos de equipe litúrgica. Um tipo é a que poderíamos chamar de “equipe de pastoral litúrgica”, e o outro tipo é a “equipe de celebração litúrgica” propriamente dita. A “equipe de pastoral litúrgica” é um grupo formado especificamente para promover, organizar, dinamizar e programar a vida litúrgica como um todo, numa comunidade, paróquia, ou diocese.
Seus membros, todos ou em parte, nem precisam eventualmente fazer parte da equipe de uma determinada celebração. A “equipe de celebração” é o grupo de pessoas no exercício do seu ministério específico (presidência, leitores, comentaristas ou animadores, cantores e instrumentistas, sacristãos, equipe de acolhimento, ministros extraordinários da comunhão eucarística).
Ministros do batismo, testemunhas qualificadas da celebração do matrimônio, dirigentes da celebração dominical da Palavra, ministros de bênção, dirigentes da via-sacra e da novena de Natal atuam, unidos entre si, numa determinada celebração (missa, celebração da Palavra etc.). Há comunidades em que se elege um ou mais membros das equipes de celebração para fazer parte da “equipe de pastoral litúrgica”.

Como formar uma equipe litúrgica?
Claro, a coisa começa pela escolha dos membros. E como isso acontece? Eventualmente, mediante um pequeno curso ou semana de liturgia, ou uma série de encontros de formação a um grupo de pessoas desembaraçadas e empenhadas, entusiasmando-as e dando-lhes conhecimentos básicos de liturgia, para depois engajá-las, pouco a pouco, na prática.
Mas há também situações em que tudo começa de maneira mais simples, dando a certas pessoas alguma responsabilidade (o acolhimento na celebração, uma leitura…) e, assim, elas vão-se entrosando com a equipe, vencendo a própria inibição e recebendo formação na prática.
Bom seria que os membros da equipe fossem escolhidos pela comunidade, por um tempo determinado. Depois, aos poucos, providencie-se a troca ou o rodízio. Certos ministérios, que exigem maior preparo ou um jeito especial (leitor/a, cantor/a, instrumentista, animador/a), normalmente ficam confiados à mesma pessoa por mais tempo. Mas estes líderes naturais devem ter a sensibilidade e o dever de preparar outros para substituí-los ou para assumir o mesmo serviço em outro setor.
O Concílio Vaticano II prescreve que os ajudantes, leitores, comentadores e cantores “sejam cuidadosamente imbuídos do espírito litúrgico e preparados para executar as suas partes, perfeita e ordenadamente” (SC, 29). No fundo, refere-se às equipes litúrgicas. Mas como chegar a isso?
(Continua no próximo número.)]

Deixe uma resposta