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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Papa

Papa Francisco instituiu o Dia Mundial dos Pobres

A celebração é inspirada no ano santo da Miseri­córdia, que se concluiu neste domingo (20) e, par­ticularmente, no ‘Jubileu das Pessoas socialmente excluídas’, que se realizou no vaticano no último dia 13 de novembro, dia em que se fecharam as Portas san­tas em todas as catedrais e santuários do mundo.

Sinal concreto deste ano santo extraordinário
“Intuí que, como mais um sinal con­creto deste Ano Santo extraordinário, se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do 33º Domingo do Tem­po Comum, o Dia Mundial dos Pobres”, escreve Francisco, na Carta Apostóli­ca “Misericordia et Misera”, com a qual marca o final do Jubileu.

O Papa explica que vê nesta nova celebração a “mais digna preparação para bem viver a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo”, que encerra o ano litúrgico na Igreja Católica, evocando a sua identificação com os “mais pequenos e os pobres”.

“não podemos nos esquecer dos pobres”
O Dia Mundial dos Pobres quer ajudar as comunidades e cada batizado a “refletir como a pobreza está no âmago do Evangelho”. “Não podemos nos esque­cer dos pobres: trata-se de um convite hoje mais atual do que nunca, que se impõe pela sua evidência evangélica”, afirma o Papa.

Francisco defende que “não poderá haver justiça nem paz social” enquan­to “Lázaro jazer à porta da nossa casa”.

A iniciativa pretende ainda “reno­var o rosto da Igreja” na sua ação de conversão pastoral para que seja “tes­temunha da misericórdia”.

O Papa faz votos de que a Igreja Católica saiba dar vida a “muitas obras novas” que manifestem essa miseri­córdia, indo ao encontro dos que padecem a fome e a sede, “sendo gran­de a preocupação suscitada pelas ima­gens de crianças que não têm nada pa­ ra se alimentar”.

Campos que exigem respostas concretas
Francisco elenca vários campos que exigem respostas concretas, como as migrações, as doenças, as prisões, o analfabetismo ou a ignorância reli­giosa.

A Carta Apostólica elogia os “mui­tos sinais concretos de misericórdia” que foram realizados durante o últi­mo Ano Santo, mas recorda que isso “não basta”, perante “novas formas de pobreza espiritual e mate­ rial, que comprometem a dignida­de das pessoas”.

O Papa recorda os desempregados, os sem-abrigo e sem-terra, as crian­ças exploradas e todas as situações que exigem uma “cultura de misericórdia” que combata a indiferença e a descon­fiança entre seres humanos.

Possibilidade de criar uma verdadeira revolução cultural
“As obras de misericórdia, tocam to­da a vida de uma pessoa. Por isso, temos possibilidade de criar uma verdadeira revolução cultural precisamente a partir da simplicidade de gestos que podem alcançar o corpo e o espírito, isto é, a vida das pessoas”, destaca ele.

A Carta Apostólica conclui-se com a convicção de que se vive “o tempo da misericórdia” para todos os que sofrem, das mais diversas formas. “Existem mui­tos sinais concretos de bondade e ter­nura para com os mais humildes e in­ defesos, os que vivem mais sozinhos e abandonados. Há verdadeiros prota­gonistas da caridade, que não deixam faltar a solidariedade aos mais pobres e infelizes”, afirma o Papa.

Fonte: agência ecclesia

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