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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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O valor da hospitalidade

Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba, MG

O gesto da hospitalidade supõe a acolhida. A forma como acolhemos as pessoas, como damos atenção a elas, pode ser ocasião fundamental para exercitar o mistério do amor escondido na prática da hospitalidade. Foi por isto que Jesus valorizou mais a atitude de Maria do que a de Marta. Maria parou para ouvir o Mestre, e Marta ficou preocupada com as lidas da casa (cf. Lc 10,38-42).

No livro bíblico do Gênesis, encontramos também um modelo de acolhida e de hospitalidade. Abraão é recompensado porque soube acolher bem três homens enviados pelo Senhor. Eles anunciaram que, mesmo na velhice, sua esposa, Sara, teria um filho (cf. Gn 18,10). Na hospitalidade está a generosidade de Deus. No transeunte, no pobre, naquele que bate em nossas portas, está a presença de Deus.

Quando realizamos uma boa acolhida, recebemos mais do que doamos. Alias, é mais gratificante doar do que receber. Servindo os mais necessitados, acontece um aparente esvaziamento, mas isto revela o mistério da hospitalidade, proporcionando recompensa divina, porque foi escolhida a melhor parte, que ajuda a superar o individualismo e a praticar o dom da partilha.

Quem se doa deve ver o mistério de Deus nas pessoas e saber valorizá-las, porque nelas há dignidade, mesmo quando maltrapilhas e carentes de auxílio. Deus está nos pobres, e isto deve ser visto numa dimensão de fé comprometida com a vida. Significa que não é fácil ser hospitaleiro e acolhedor. É mais fácil despachar o pobre que bate em nossas portas!

Deus se manifesta na vida das pessoas e as confirma na esperança de ter uma vida melhor, seja aqui na terra, como na glória. Apesar do medo, do fechamento e do individualismo, encontramos gestos bonitos como verdadeiros testemunhos de atitudes cristãs. São os exemplos concretos que arrastam e confirmam as pessoas na prática do bem.

Lembrando Marta do Evangelho, corremos o perigo de muito ativismo, de fazer muita coisa e não sobrar tempo para o essencial, principalmente para a escuta da Palavra de Deus e a escuta da voz dos pobres. Os simples ouvem mais e estão sempre de coração aberto para colocar em prática o projeto do Reino de Deus. Isto reflete um coração generoso, simples e sensível.

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