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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Não Tropece na Língua

SUPERAVIT, SUB EXAMINE E HABEAS CORPUS

– Por que o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (PVOLP) da Academia Brasileira de Letras (ACL) coloca acento gráfico na palavra superávit sendo que não há regra que o justifique? (Agnaldo Martino, São Paulo, SP)

Vamos tratar junto de déficit e hábitat, que configuram a mesma questão. O PVOLP editado em 1999 pela ACL trazia os dois registros: superavit– o próprio latim – e superávit, “do latim superavit”. O Vocabulário Ortográfico (oficial) editado em 2009 não traz os dois registros em latim. Só registra défice, que é a forma atualmente usada em Portugal. No Brasil prefere-se a grafia com o acento, porque facilita a leitura. Aliás, a acentuação gráfica nos três vocábulos tem o mero papel de informar a tonicidade. Senão vejamos:

– Dé – fi – cit

– Há – bi – tat

– Su – pe – rá – vit

Como se observa, não é possível afirmar que o acento nessas palavras se justifica porque elas são proparoxítonas, como assim as denomina Napoleão Mendes de Almeida no seu Dicionário de Questões Vernáculas (1981: 305). Se as duas primeiras são proparoxítonas, a última não pode ser.

PLURAL: superávits, déficits e hábitats

Em Portugal resolveu-se a pendenga de outra maneira: a grafia de deficit é défice. E superávit? Fui informada de que não é termo vulgarmente usado – preferem “excedente”. Mas poderia e poderá ser aportuguesado como “superávite”, não?

De minha parte, ainda prefiro as formas acentuadas que estou acostumada a ver em revistas e jornais, mesmo que não haja coerência nessa grafia!

SUB EXAMINE

Nos meios forenses é comum a dúvida entre a grafia “sub examen” e “sub examine” quando se pretende dizer que a matéria está sendo examinada ou está “sob exame”.

Já vai longe o tempo em que estudei latim, mas tive condições de verificar a questão baseando-me na locução adverbial in limine (desde logo, no início), originada pelo substantivo limen, que significa “limiar, entrada”; o caso nominativo é limen; liminis o genitivo e limine o ablativo, caso latino que representa as palavras na função de adjunto adverbial, em que aparece uma preposição, como in, sub, de.

Então, como examen e limen pertencem à mesma declinação (neutros da 3ª), temos examen, examinis, examine. Consequentemente, deve-se redigir sub examine.

HÁBEAS

O Word acentua automaticamente a palavra hábeas. “Mas latim não tem acento”, surpreendem-se as pessoas. Pois este é um caso parecido com o tratado inicialmente: no Brasil se vulgarizou o uso de “hábeas” como palavra proparoxítona no lugar de “habeas corpus”, que é a expressão latina original e que, portanto, não levaria nem hífen nem acento.

Para que se caracterize o latim em qualquer texto, as palavras devem ser escritas em itálico, entre aspas ou sublinhadas. A imprensa, no entanto, como evita o uso desse tipo de destaque, tem juntado os dois vocábulos com hífen [habeas-corpus] ou utiliza hábeas simplesmente. Recomenda-se que os operadores do Direito usem o termo em latim com o devido grifo.

CULINÁRIA

Frango real

Ingredientes:

2 ½ kg de frango cortado em pedaços; 2 xícaras de farinha de rosca; ¾ xícara de queijo parmesão ralado; 1 xícara (café) de salsinha picada; 1 dente de alho amassado; 2 colheres (chá) de sal; pimenta-do-reino, a gosto; 1 xícara de manteiga derretida.

Modo de Fazer:

Misturar a farinha de rosca, o queijo, a salsinha, o alho, o sal e a pimenta. Passar cada pedaço de frango na manteiga derretida e depois na mistura da farinha, procurando cobrir bem cada pedaço. Arrumar o frango numa assadeira untada e derramar a manteiga por cima. Assar em forno moderado até que esteja bem macio. Besuntar com o líquido da assadura, tendo o cuidado de não virar os pedaços de frango.

(Do livro “Cozinhando sem Mistério”, de Léa Raemy Rangel e Maria Helena Marinho de Noronha, Ed. O Lutador, Belo Horizonte.)

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