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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Minas trabalha para garantir atendimento mais qualificado a jovens e adultos com deficiência

O Estado de Minas Gerais dá início ao reordenamento das atuais Casas-Lares no Estado – que trabalham atualmente com o acolhimento de jovens e adultos com deficiência – em Residências Inclusivas, conforme prevê a Resolução 109/09 do Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS. Esse reordenamento do serviço vai garantir, por exemplo, um atendimento mais qualificado a esse público, principalmente do ponto de vista metodológico.

Para a construção de uma proposta conjunta à luz da nova legislação, representantes das 25 Associação de Pais e Amigos de Excepcionais – APAEs, que coordenam as Casas-Lares no Estado, em parceria com o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social – SEDESE, têm buscado garantir o reordenamento dos espaços.

Segundo a diretora de Proteção Social de Alta Complexidade da SEDESE, Tatiane Patrícia, o acolhimento de jovens e adultos com deficiência, pessoas exclusivamente egressas da antiga Fundação Estadual de Bem-Estar do Menor – FEBEM, extinta no Estado em 1995, é feito pelo Programa Casa-Lar, executado em parceria com a SEDESE, que faz o repasse de recursos para que esses espaços ofertem o acolhimento integral a esse público.

Hoje, no Estado, de acordo com Tatiane Patrícia, 40 unidades das APAEs, em 25 municípios, são parceiras da SEDESE para a prestação de serviços a esses 268 jovens e adultos com deficiência.

A partir da Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, aprovada por meio da Resolução 109 do CNAS, a Política Nacional de Assistência Social – PNAS passou a reconhecer no rol das ofertas garantidas pelo Serviço Único de Assistência Social – SUAS, o serviço de acolhimento institucional de jovens e adultos com deficiência, ofertados em Residências Inclusivas, compondo as ofertas de Proteção Especial de Alta Complexidade.

As Residências Inclusivas são unidades que ofertam serviço de acolhimento institucional para jovens e adultos com deficiência, em situação de dependência, que não dispõem de condições de autossustentabilidade e de apoio da família. Esses espaços buscam propiciar a construção progressiva da autonomia e desenvolvimento desses atendidos nas atividades da vida diária, da participação social e comunitária, e o fortalecimento dos vínculos com vistas à reintegração e convivência desse público.

Nas Residências Inclusivas, o público pode ser misto, e os jovens e adultos vão contar com um atendimento personalizado. Esses espaços vão ofertar, de forma qualificada, a proteção de jovens e adultos com deficiência, promover a inclusão desse público em situação dependência na vida comunitária e social e contribuir para a construção progressiva da autonomia, com maior independência no desenvolvimento da vida diária. “Nas Residências Inclusivas, o atendimento a esse público é executado em pequenas unidades, com no máximo 10 usuários”, enfatiza Tatiane Patrícia.

Simone Aparecida Albuquerque, subsecretária de Assistência Social da SEDESE e presidente do Conselho Estadual de Assistência Social – CEAS, destacou a importância desse momento em encontro com os representantes das APAEs no final de março. “A partir de hoje, vamos inaugurar uma nova etapa na inclusão e reconhecimento de um longo processo de luta, de respeito e autonomia das pessoas com deficiência”, salientou, acrescentando que o Estado tem que continuar construindo formas para consolidar de fato a parceria com as entidades de assistência social.

A coordenadora da Casa-Lar do município de Mantena, no Leste de Minas, Neila Maria Mattedi Curty, avalia que a transformação das atuais Casas-Lares em Residências Inclusivas “vai garantir uma melhoria geral no atendimento aos jovens e adultos com deficiência”. Com sede própria, a Casa-Lar de Mantena conta hoje com dez acolhidos, com idades que variam de 22 a 58 anos, a maioria com deficiência cognitiva grave.

“Recentemente, uma das grandes dificuldades que tivemos foi a contratação de uma mãe-social, mas já o conseguimos. Considero que todo esse processo pode facilitar inclusive na contratação desses profissionais”, enfatizou.

“A proposta é que a Sedese intensifique as ações de gestão, apoio e qualificação das ofertas, e assim estreite relação com as entidades que compõem a rede. Para isso, a indução se dará na dimensão das atividades desenvolvidas, recursos humanos e estrutura física”, explicou o superintendente de Proteção Social Especial, Régis Spíndola.

Reunião de representantes da Sedese e das Associações de Pais e Amigos de Excepcionais – Apaes, que coordenam as Casas-Lares no Estado, para discutir o reordenamento dos espaços de acolhimento a jovens e adultos com deficiência.

 

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