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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Europa já ergue muros mais altos que o de Berlim

 

Imigrantes segregados: num subúrbio de Munique, barreira de quatro metros isolará da cidade um campo de jovens refugiados. Sua presença, dizem, compromete valor imobiliário das casas…

Alessandro Fulloni

 

A revista Focus, que publicou as imagens por primeiro, disse que, com os seus quatro metros de cimento cinza, ele é mais alto do que o Muro de Berlim, que não chegava aos 3,75 metros. Falamos de um muro “anti-imigrantes” em construção em um subúrbio de Munique, Neuperlach.

Aqui, nos arredores de uma estação de metrô, está prevista a construção de um centro de refugiados para menores de idade. Chegarão a 160. Mas a comunidade local não está exatamente entusiasmada. Protestou e gerou rumores. A preocupação é que o valor imobiliário das suas casas desabe.

Por isso, as autoridades da cidade autorizaram a construção de um longo e espesso muro. Ele teria uma função “antirruído”: um pouco como os painéis de absorção de som nas proximidades de ferrovias e estradas movimentadas, limitando o incômodo provocado pelos excessos dos jovens migrantes.

O projeto já está agora em fase de conclusão, depois de a obra ter sido aprovada em junho de 2016. Uma espécie de “compromisso” entre o “niet” da comunidade – que se opusera em grande parte à chegada dos refugiados que tinha sido informada ainda em 2014 – e a administração decidida a abrir o centro. A prefeitura, no entanto, enfatiza que a barreira surge apenas de um lado do abrigo, sem rodeá-lo, e os jovens hóspedes estarão livres para se mover.

As polêmicas foram pesadas. Guido Bucholz, representante na assembleia civil, gravou um vídeo do local com um drone e se diz “chocado depois de ver esse monstruoso muro de tijolos. Diziam que Munique era uma cidade acolhedora, mas, em vez disso, está mostrando o seu lado feio”.

Não só. “Eu considero extremamente infeliz essa forma de delimitação e isolamento”, declarou o líder regional bávaro do Partido Social-Democrata – SPD, Markus Rinderspacher. (Tradução IHU)

 

Fonte: Corriere dela Sera, apud Outras Mídias

 

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