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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Economia e bem comum

ADCE Minas Gerais inicia ciclo de Almoço-palestras em 2017

Wesley Figueiredo*

No dia 10 de março, a Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa – ADCE Minas deu início ao ciclo de Almoços-palestra de 2017. O palestrante convidado foi o professor-pesquisador da área de Ética Teológica e Práxis Cristã na FAJE – Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, Élio Estanislau Gasda, que falou sobre ética nas organizações a partir de sua mais recente obra, “Economia e bem comum – O cristianismo e uma ética da empresa no capitalismo”. O jesuíta abordou a questão ética inerente à atividade empresarial e seu significado à luz do Cristianismo.

Suas reflexões são fruto de pesquisas acadêmicas sobre mundo do trabalho, Capitalismo e Doutrina Social da Igreja, a partir de anotações oferecidas nos Encontros de Reflexão para Dirigentes de Empresa, organizados pela ADCE-MG, de cursos de extensão promovidos em parceria com a Faculdade Jesuíta – FAJE e Centro Loyola de BH, e de estudos com a ADCE-MG sobre Doutrina Social da Igreja, além da constatação do preocupante desgaste sofrido pelas empresas nos últimos anos, por meio dos consecutivos escândalos corporativos, exploração brutal de mão de obra, fraudes em licitações, desastres ambientais, sonegação fiscal, corrupção de políticos e magistrados de alta corte etc.

Sua palestra foi organizada em três grandes partes: a primeira, Ética, economia, empresa, capitalismo; a segunda, Doutrina Social da Igreja; e a terceira, Espiritualidade.

“A ética é uma ciência que estuda os valores, os princípios e a normatividade moral. É um saber prático que pergunta pelo comportamento humano. Portanto, a ética da empresa é muito concreta, não é um idealismo inalcançável”, afirmou ele.

Ao abordar as responsabilidades das empresas perante a sociedade e os funcionários, ele afirmou que a sociedade está mais atenta diante da poder econômico da empresa, sujeitas a uma investigação mais criteriosa por parte dos consumidores, trabalhadores, conselheiros, sócios e acionistas, a comunidade, organizações não governamentais, estudantes, patrocinadores, doadores, investidores e outras entidades, sem deixar de citar as redes sociais bem vigilantes.

Destacou que o empresário e o dirigente se revestem de uma importância central na sociedade, responsáveis pelos processos técnicos, comerciais, financeiros, culturais, que caracterizam a economia contemporânea, e que as decisões empresariais produzem uma multiplicidade de efeitos conjuntos de grande relevância não só econômica, mas também social. Seu papel social impede que se leve em conta exclusivamente o objetivo da empresa, a eficiência econômica, as exigências do capital financeiro e dos poderes públicos.

“Não há forma de separar decisões estratégicas empresariais dos valores morais dos dirigentes, pois são eles que tomam as decisões. No entanto, não se trata de uma ética reduzida aos valores subjetivos, mas que busca um dever seu junto aos acionistas e à sociedade”, afirmou Gasda.

Ele acredita firmemente que valores e princípios morais são tão importantes quanto benefícios econômicos, que o bem comum aponta para uma empresa mais amiga da humanidade e da natureza, e que muitas pessoas sentem-se divididas entre quem são como cristãos e quem são como profissionais. O Cristianismo pode contribuir na busca dessa integração entre fé e vida profissional.

A ADCE Minas deseja continuar estimulando a gestão empresarial baseada no pensamento social cristão – de ética, solidariedade, justiça, verdade e bem comum – e no fortalecimento dos valores que embasam o bom funcionamento das empresas, das famílias e da sociedade a partir das profundas reflexões do professor Élio Gasda, e recomenda a leitura do livro “Economia e bem comum. O cristianismo e uma ética da empresa no capitalismo”, Editora Paulus, 2016, 352 p.

 

* Assessoria de Imprensa (31) 3211-7532 – (31) 9147-8152

Av. Luiz Paulo Franco, 385 – Belvedere – Belo Horizonte, MG

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F/ Wagner Diló Costa

Na foto, da esquerda para direita: Sérgio Frade ADCE-MG, o professor Élio Estanislau Gasda e Sérgio Cavalieri ADCE Brasil

 

 

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