0800 940 2377 - (31) 3490 3100 - (31) 3439 8000 assinaturas@olutador.org.br
A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

Leia Mais

Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

Leia Mais

Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

Leia Mais

Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

Leia Mais

Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

Leia Mais

Crescer sem o pai…

1. Coisas que acontecem

Nelson era casado e tinha um filho bem pequeno. Operário da construção civil, teve a oportunidade de trabalhar no Iraque, onde uma das grandes empreiteiras do Brasil assumira, em 1985, a construção da ferrovia Bagdá-Akashat, um projeto de US$ 1,3 bilhão.

Embora a esposa não estivesse de acordo, pois ficaria sozinha com o filho, Nelson avaliou que o bom salário justificava sua ausência. No Iraque, ainda iria trabalhar na construção de uma rodovia no deserto. Só regressou ao Brasil em 1990, com o início do conflito conhecido como Guerra do Golfo.

Com as economias guardadas, Nelson construiu uma boa casa, de dois andares, em bairro residencial de Belo Horizonte. No entanto, o menino que cresceu sem o pai não tem nenhuma intimidade com ele. Há entre os dois uma barreira de silêncio. Hoje, aos 16 anos, o jovem é usuário de drogas e passa longos períodos ausente e sem destino, com grande sofrimento para os pais.

2. Pensando juntos

Em seu livro “A Diferença Interdita” [Loyola, 2001], Tony Anatrella comenta: “Inúmeros jovens foram obrigados a cuidar de si mesmos muito cedo, sem o apoio dos pais, mesmo vivendo em sua presença. Outros, privados da imagem maternal ou paternal, não sabem como dois adultos vivem e evoluem afetivamente um com relação ao outro, nem como um pai deve ocupar-se do filho”.

Mais adiante, ele diz: “O ‘pai real’ é o homem genitor, o pai nutridor, aquele de quem vem a criança, com o qual ela cresce e no qual encontra matéria para identificação. A criança se arraiga a essa presença física do pai, que lhe dá um sentimento de segurança e de alteridade, permite-lhe adquirir o sentido de limites”.

3. Para uma reunião de casais

– Você faria como Nelson, ausentando-se da família por um longo período para ter um salário melhor? O dinheiro justifica a separação?
– Você acha que o esposo pode tomar uma decisão como esta em desacordo com a esposa?
– Você conhece jovens problemáticos devido à ausência do pai ou da mãe?
– É possível conciliar os conflitos entre carreira profissional e deveres de família?

DINÂMICA PARA GRUPO DE JOVENS

Dentro e fora do coração

Primeiro momento

Colocar o cartaz com o desenho do coração no centro da sala. Cada pessoa escreve, fora do coração, uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência.

Segundo momento

Escrever dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral.

Terceiro momento

Pedir aos jovens que comparem o que está escrito dentro e fora do coração.

Quarto momento

Perguntar: nossa comunidade tem agido com misericórdia para com as vítimas das drogas?

Obs.: Esta dinâmica pode ser realizada com outros temas, por exemplo: uma realidade da comunidade, liderança, pobreza, uma avaliação de um grupo e outros motivos presentes no momento. Tanto pode ser realizada com jovens como com adultos.
Fonte: MDJ

Deixe uma resposta