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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Revista Catolica Olutador Junho 3889 F 1 P 32

“Aquele que me receber como alimento viverá por mim”

Busca da intimidade com Deus

O alimento é algo essencial em nossa vida. Não foi sem motivo que Jesus quis fazer-se alimento, ele quer que o experimentemos como alguém essencial em nossa vida…

 

  1. Situando o texto

O Evangelho de João é o mais tardio, o último a ser escrito. Ele apresenta algunstraços muito próprios e particulares, que não encontramos nos outros evangelhos. Um deles é que João não fala dos milagres de Jesus. João apresenta um conjunto de sete “sinais”, e nestes sete contempla todos os feitos de Jesus para despertar a fé e o seguimento. O capítulo 6º de João apresenta dois sinais: a multiplicação dos pães e o andar sobre as águas. Neste contexto vem o discurso do pão da vida.

 

  1. O que o texto diz em si

Ler na Bíblia: João 6,51-59.

Chave de Leitura:

  1. O que acontece com quem come o pão do céu?
  2. Qual a reação dos judeus?
  3. “Quem me receber como alimento viverá por mim.” O que representa isso em nossa vida?
  4. O que fazer para viver melhor a Eucaristia que recebemos?

 

  1. O que o texto diz para nós

Neste mês, vivenciamos a grande festa do Corpo de Deus, o “Corpus Christi”. O texto acima nos ajuda a compreender melhor o sentido da Eucaristia na nossa vida, na vida da Igreja e na vida da sociedade. Jesus é o pão que desce do céu, ou seja, é o Senhor ressuscitado, vivo e presente que nos vem alimentar. É o pão da vida eterna, não tanto como um prêmio para os justos ou puros, mas o “remédio” para nossas fraquezas. O pão do céu é para os homens e mulheres de fé que se reconhecem necessitados da força do alto. Por isso esse pão é uma garantia de vida para este mundo e para a vida eterna.

 

Cantando: Eu vim para todos tenham vida, / Que todos tenham vida plenamente. (bis)

 

“Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, vive em mim e eu vivo nele.” (Jo 6,56.) Jesus se faz verdadeiro alimento, não é simples semelhança, mas alimento de verdade. E o efeito deste alimento é duplo. Ele nos comunica a vida, a força, a vitalidade de Cristo. É Cristo mesmo em nós. Por sua vez, ele nos compromete a abraçar a causa de Cristo. Nós estamos também n’Ele. Temos o compromisso de continuar a sua missão no mundo. É através de quem se alimenta dele que Cristo continua atuando no mundo. Daí a confirmação: “Aquele que me receber como alimento viverá por mim”. Eis a nossa missão: Viver por Cristo.

 

Cantando: O pão da vida, a comunhão, / Nos une a Cristo e aos irmãos. //: E nos ensina a abrir as mãos / para partir, repartir o pão. (bis)

 

A Eucaristia é o ponto alto da vida e da missão da Igreja. É a fonte de sua profecia e a força para o seu testemunho diante de tudo aquilo que é contrário ao Reino de Deus. Receber a Eucaristia nos compromete a buscar fazer o que Jesus faria diante da realidade que vivemos. Comungar é comprometer-se com a defesa e a preservação da vida. Também nós temos a missão de fazer com que haja mais vida em abundância para todos: “Onde sofre o teu irmão, eu estou sofrendo nele”.

 

  1. O que o texto nos faz dizer a Deus?
  2. a) Senhor, que cresça em nós compreensão da Eucaristia. Que o Senhor esteja em nós e nós vivamos para servir à vida. Rezemos:

– Quem come deste pão vive no Senhor!

  1. b) Senhor, que a festa de Corpus Christi nos ajude a recuperar o verdadeiro sentido da Eucaristia no mundo de hoje. Rezemos:
  2. c) Senhor, que a Eucaristia nos faça mais misericordiosos em todas as circunstâncias da vida. Rezemos:

 

  1. O que o texto sugere para nossos dias?

– O que fazer para que Cristo possa agir mais através de nós no dia a dia?

 

  1. Tarefa concreta

Procure ler um pouco mais sobre o compromisso da Eucaristia diante da realidade da vida no mundo. Participe com mais frequência da Eucaristia e coloque-se a serviço do Senhor.

 

Encerramento

Recolha-se no silêncio e procure meditar a cena bíblica acima. Procure contemplar a si mesmo diante do Senhor.

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