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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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Abrindo o coração

  1. Coisas que acontecem

Paulo, 42 anos, tinha um câncer que resistia a todo tratamento. Os médicos davam-lhe pouco tempo de vida. Silvana não conseguia enfrentar a realidade e, muito agitada, não queria que Paulo fosse informado de sua real situação, mas insistia com ele para lutar e ser otimista. No entanto, ambos estavam fechados em seu sofrimento.

Um amigo perguntou a Paulo: – “Se as posições estivessem invertidas, e Silvana lutasse contra um câncer incurável, o que você diria a ela? Esconderia dela ou aproveitaria a oportunidade para compartilhar seus sentimentos?” Ele respondeu que iria pensar.

O marido pensou e decidir conversar abertamente com a esposa. Paulo confessou seu medo de deixá-la sozinha. Lamentou que a realidade não lhe permitisse o futuro que havia sonhado. Ela recordou os bons momentos que tinham passado juntos. Falou do seu amor por Paulo, e como ia ter saudade quando ele se fosse. No final do diálogo, Silvana criou coragem e disse: – “Se você acha que está pronto para enfrentar sua sorte, pode partir em paz”.

Os dois choraram abraçados, mas o sentimento de solidão se fora. Eles estavam juntos.

  1. Pensando juntos

A vida nos oferece situações que nem sempre correspondem às nossas expectativas. Alguns casais encontram dificuldade em dialogar sobre esses fatos e sobre os sentimentos que eles despertam. É assim que muitas separações ocorreram como resultado de uma doença, da perda de um filho, de um fracasso profissional.

Muitos casais, porém, fizeram exatamente desses imprevistos da sorte uma ocasião para renovar seu amor e dar-lhe fundamentos mais profundos. Descobriram que nem o sofrimento, nem a própria morte, tem poder sobre o amor verdadeiro.

  1. Para uma reunião de casais

– Você conhece casais que enfrentaram juntos alguma adversidade e, com isso, fortaleceram o seu casamento? Pode partilhar essa experiência?

– E conhece também algum casal que se separou em consequência de um baque inesperado em sua vida?

– A seu ver, onde encontrar apoio e força para enfrentar situações desse tipo?

– Como sua família costuma reagir diante das enfermidades? São ocasião de crise ou de crescimento na unidade?

 

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