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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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F1p26 Atual A

A voz do céu

Recebo a visita de uma amiga com o presentinho de passagem de ano. Anexo, trouxe-me a cópia de um poema de Tagore, o poeta indiano cujos textos apunhalaram meu coração desde o primeiro livro escolar. Rabindranath Tagore [1861-1941] nasceu em 7 de maio, exatamente a data de meu aniversário. Magnífico representante da cultura bengali, consagrado autor do livro Gitânjali, ele foi o primeiro não europeu a ganhar o Nobel de literatura.

Pobres ocidentais que somos! Gerados pelo comércio, amamentados pelo lucro, enterrados pelo estresse… Lá do velho Oriente, autênticas semina Verbi (cf. Ad Gentes, 11), os versos de Tagore e de Gibran se aliam aos gestos de Gandhi para nos oferecerem um antídoto para o mal que se infiltrou em nossos corações: a gana de acumular e acumular e acumular, até que nossas artérias estejam entupidas de avareza e ambição. Quando o Verbo tenta transfundir seu Sangue salvador em nós, não encontra passagem, pois estamos atravancados, entupidos pelos ateromas da posse.

Nossas edificações – não apenas as de concreto e aço! –, autênticas torres de Babel que insuflam nossa empáfia, são o grande obstáculo para acolher a mensagem do céu. A Voz clama, grita, ecoa, mas o paredão de palácios e arranha-céus impede que a mensagem chegue aos nossos ouvidos.
Talvez ainda seja tempo de voltar olhos e ouvidos para o Oriente e, “com alegria e respeito, descobrir as sementes do Verbo ali ocultas” (Ad Gentes, 11). É do Oriente que vem o Sol. De lá nos veio a Luz. De lá ressoa a voz celeste que manda (pede?… implora?) que deitemos por terra nossos palácios, na mais humilde demolição, para que o Mensageiro encontre espaço em nossos corações…
Bendita a morte que se aproxima para arrasar nossos quarteirões e nos deixa como terra plana… Aí o eterno Edificador poderá erguer seus projetos…]

* E-mail: santiniac@gmail.com

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