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A tentação da Igreja Participação ativa Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as) Chamados para uma missão Comitê de Bacia investe em saneamento

A tentação da Igreja

Carlos Scheid

Uma rápida varredura na História da Igreja permite identificar a tentação permanente que ronda o “pessoal da Igreja” – expressão de Jacques Maritain – quando a missão parece difícil, as barreiras se multiplicam e a solução aparente est…

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Participação ativa

Um dos princípios orientadores da reforma litúrgica do Concílio Vaticano II foi o da “participação ativa”, como lemos no número 14 da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium [SC]: “É desejo ardente na mãe Igreja que todos os fiéis cheguem à…

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Um porto seguro para casais, sacerdotes e religiosos(as)

O EMM nos dá um presente, que é viver o FDS, um verdadeiro encontro consigo, com o outro e com Deus, que nos mostra o caminho para a conversão com mudanças de atitudes, a escuta com o coração e com a decisão de amar sempre. Isto tem sido um porto seg…

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Chamados para uma missão

João da Silva Resende, SDN*

 

“Eu te segurei pela mão, te formei e te destinei para unir meu povo e ser luz das nações. Para abrir os olhos aos cegos, tirar do cárcere os prisioneiros e da prisão os que moram nas trevas.” (Is 42,6-7.) Assim …

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Comitê de Bacia investe em saneamento

CBH-Manhuaçu conclui 16 Planos Municipais e agora acompanha sua implantação.

Passam-se os anos, trocam-se governos, novas políticas públicas são anunciadas e o saneamento básico segue um descalabro no Brasil. Embora seja um direito previsto na Const…

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A música na vida da juventude

Pe. Luiz Paulo Fagundes, SDN *

O cosmo tem sua musicalidade própria. Portanto, desde sempre, a música esteve presente no mundo, antes mesmo que o homem o habitasse. Foi observando os sons da natureza presentes em seu meio que ele começou reproduzi-los, dando início à música presente na vida da humanidade. Assim, é de cerca do ano 60.000 a.C. o vestígio do primeiro instrumento musical: uma flauta de osso.
A sucessão de sons organizados ao longo de um tempo, entremeados por curtos períodos de silêncio, uma combinação de elementos sonoros que são percebidos pela audição foi que deu origem à música como a conhecemos hoje.
A música fez sua história marcando as diversas culturas espalhadas em nosso planeta. Não se tem registro de que houve alguma civilização que não possuísse manifestações musicais próprias. A música presente no meio do povo, desde sempre, teve seu valor.
Na Índia, cujas tradições musicais remontam ao século XIII a.C., acreditava-se que ela estava diretamente ligada ao processo fundamental da vida humana. Na China, acreditava-se que a música possuía poderes mágicos. Os antigos chineses achavam que a música refletia a ordem do universo. Na Grécia, Pitágoras, séc. VI a.C., achava que a música e a matemática poderiam fornecer a chave para os segredos do mundo.
Pode-se ver que, à medida que evolui a caminhada da humanidade, a música se expande. Hoje ela serve a diversas utilidades: artística, militar, educacional e terapêutica. Ainda tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais. Existem as mais sofisticadas e as mais populares, porém todas desempenham sua função: proporcionar prazer a quem escuta. A música tem um valor universal. Em qualquer lugar a que se vai, lá ela está.
É impossível imaginar a nossa vida sem a música. Mais impossível ainda é encontrar um jovem que não goste de usufruir desse ato prazeroso. Por isso, onde há jovens, existe a música. A juventude se encontra na música. Esta é um veículo para fazer acontecer a aproximação, para criar laços e despertar para novos compromissos.
O tipo de música que se ouve identifica a pertença a um determinado grupo, haja vista a enormidade de ritmos, estilos e tendências. Assim é a nossa juventude: múltipla, e que se espalha e se achega aonde é mais aceita, fazendo a diferença. Tem sonhos inusitados expressos em sons dispersos, que incomodam a todos, mas que os fazem sonhar. Jovens que se revoltam quando não compreendidos, porém, na própria revolta, mostram quem são. E assim, continuam a caminhada com seus fones no ouvido, mostrando-se alheios a todos e a tudo, mas atentos à música que ouvem. Nela, eles encontram-se e se unem. Nela, vivem momentos tão íntimos, que num pacto simbiótico se tornam como que uma só coisa: música e juventude, juventude e música, passos encontrados nos compassos que compõem a mesma história.
A música na vida da juventude é elixir ora de estranhos e incompreendidos dias, intermináveis de viver, em meio ao caos da insegurança própria, mas que lhe dá conforto, ora da abertura de perspectivas que a fazem alçar voos nos horizontes dos sonhos, despertando esperança de viver dias melhores.
Ser jovem e não curtir a música de seu gosto é como descascar uma laranja e não chupar, é ir ao rio e não nadar, é namorar sem se beijar. Que ruim! Não dá nem pra imaginar!
A música está para juventude como a juventude está para música. É uma união eterna. Assim, parafraseando o ditado muito conhecido dos mais experientes, “ouça a música que escuto e saberá quem eu sou”!]

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